28/02/2013

Colegas: filme protagonizado por atores com síndrome de down estreia nesta sexta-feira


Publicado pelo Terra
Por Micheli Nunes

Três amigos apaixonados por cinema decidem partir em busca de aventuras para realizar os sonhos de cada um. O filme “Colegas”, que estreia amanhã, tinha tudo para ser um “road movie” como dezenas de outros, não fosse um detalhe: os personagens principais têm síndrome de Down. Mas, apesar desse aspecto ser o diferencial do filme, o fato de eles serem “diferentes” não tem um grande impacto na história, que se sustenta sozinha.
 
Stalone (Ariel Goldenberg), Ana (Rita Pokk) e Márcio (Breno Viola) vivem em um instituto para jovens com síndrome de Down. Os três trabalham na videoteca do local e adoram filmes. Um dia, inspirados pelo longa-metragem “Thelma & Louise”, eles fogem no antigo carro do jardineiro (Lima Duarte) e decidem realizar seus maiores desejos.
 
 
O que Márcio mais quer é voar, pois acredita que seus pais, que morreram, moram na lua. Aninha quer se casar, porque seus pais prometeram que a visitariam em sua festa de casamento. Já Stalone quer ver o mar pela primeira vez. Ele jura que sua mãe fugiu e foi morar em Atlântida, o lendário reino submerso no oceano.
 
No caminho, os três encontram várias pessoas que os discriminam, mas nada os intimida na busca por seus objetivos. “O filme mostra que nós somos pessoas normais. Isso ajuda a diminuir o preconceito que sofremos todos os dias”, conta o protagonista Ariel, que tem várias peças de teatro e trabalhos na TV no seu currículo de ator.
 
Já Rita, que almeja um casório no filme, teve um casamento dos sonhos na vida real, com o colega de elenco Ariel. “Estamos juntos há dez anos. Foram três anos de namoro e nos casamos em uma festa linda. Todos se emocionaram”, explica a atriz, que agora espera consolidar sua carreira. “Quero ser atriz e trabalhar no cinema para sempre”, conta ela.
 
Já o desejo de Breno é diferente. Com a agenda lotada dos compromissos – ele é faixa preta em judô e coordenador de conteúdo acessível do Instituto Movimento Down – Breno quer relaxar. “Queria estar em uma praia deserta cheia de mulheres bonitas”, brinca ele, que tem fama de pegador, assim como seu personagem.
 
O diretor Marcelo Galvão conta que decidiu escrever o roteiro em homenagem a um tio dele, Márcio, que era portador da síndrome de Down. “Fui criado com ele e sempre admirei sua capacidade de acreditar nos sonhos. Ele via tudo com um olhar lúdico, eu me identificava muito com ele”, conta Marcelo. Márcio morreu aos 50 anos, no ano passado, quando o longa-metragem estava em processo de filmagem.
 
Atores esperam aparição surpresa de Sean Penn
 
Muito popular na internet, a campanha #VemSeanPenn deu grande visibilidade a “Colegas”. Tudo começou porque o protagonista Ariel Goldenberg, fã de cinema desde pequeno, resolveu convidar Sean Penn, seu ator favorito, para assistir ao longa-metragem no Brasil. Um vídeo postado no YouTube lançou a campanha, que logo se espalhou por outras redes sociais. “Sabemos que ele viu o vídeo e gostou, mas ainda não temos nenhuma resposta”, conta Marcelo Galvão. Já Ariel e Rita têm certeza de que o ídolo vai honrar o convite. “Eu sei que ele vem, vamos ver o filme juntos”, afirma o ator. “Estamos torcendo”, completa Rita.
 

15/02/2013

Profissionais da APAE/DF concluem Semana Pedagógica


Coordenadores, professores e instrutores das áreas de atendimento da APAE/DF se reuniram nesta quinta-feira (14) para o penúltimo dia da Semana Pedagógica da Associação. O encontro foi realizado no auditório cedido gentilmente pelo SESC da 504 Sul, onde cerca de 100 profissionais acompanharam apresentações programadas pelas coordenadorias pedagógica e de saúde/bem.


No período da manhã, a professora Ellen Fonseca, da Secretaria de Educação do DF, foi convidada para falar sobre Pedagogia Sistêmica, realizando algumas dinâmicas com os profissionais participantes. 






À tarde, a diretora pedagógica da Associação, Maria Helena Alcântara, apresentou a estrutura de funcionamento da APAE/DF e as mudanças realizadas no organograma da instituição para 2013. Alguns dos profissionais recém-contratados pela instituição também foram apresentados. 




A Semana pedagógica teve início no dia 06/07, com um encontro entre coordenadores na sede da Associação. No dia 07/02, os professores e instrutores retornaram do período de férias, recebendo as primeiras orientações do ano, discutindo o planejamento para 2013 e participando de um café da manhã especial. Nesta sexta-feira (15), cada profissional está em sua respectiva área de atendimento, preparando os espaços para o retorno dos aprendizes na próxima segunda-feira, dia 18.

Alunos da APAE formam equipe para preservação de documentos raros no INEP

Reportagem veiculada no NBR NOTÍCIAS 

 Um parceria entre a APAE do Distrito Federal e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP) tem o objetivo de conservar obras que fazem parte da memória da educação brasileira. A atividade realizada pelos alunos da APAE é analisar e higienizar as páginas de livros, revistas e documentos de arquivo raros, uma forma também de inserir esses jovens no mercado de trabalho.


06/02/2013

Coordenadoras discutem planejamento estratégico na Semana Pedagógica da APAE/DF


Nesta quarta-feira, dia 06, as coordenadoras das áreas pedagógicas e de saúde/bem estar da APAE/DF se reuniram na Sede da Associação para o primeiro dia da Semana Pedagógica 2013. Neste primeiro encontro, realizaram uma avaliação das metas do planejamento estratégico da APAE/DF do ponto de vista das áreas de atendimento. Para conduzir o trabalho, o grupo contou com a importante colaboração do Sr. José Alves, especialista em Planejamento Estratégico e que ofereceu sua consultoria de forma voluntária. Amanhã, dia 07, a programação da Semana Pedagógica envolverá todos os professores e instrutores que retornam das férias para organizar o início do ano letivo. Nossos aprendizes voltam a ser atendidos normalmente no próximo dia 18.







21/01/2013

Equipe de Higienização de Livros da APAE/DF: Orgulho de ser um trabalhador


Publicado no Correio Braziliense
 
Para muitos, o processo é natural.Encontrar um bom emprego após terminar a faculdade faz parte do caminho trilhado desde o jardim da infância. No entanto, obter independência na vida adulta é uma tarefa difícil para pessoas como Michele Santos. Ela nasceu com deficiência intelectual (DI), o que dificulta o aprendizado. Aos 32 anos, cursa o 3º ano do ensino básico, mas nem por isso desistiu do que chama da“vida de gente grande”. Michele faz parte de uma turma de oito pessoas com DI que trabalham na higienização de documentos antigos da Coordenação de Preservação de Bens Culturais da Câmara dos Deputados. A chance é resultado de uma parceria de órgãos federais com a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais do Distrito Federal (Apae-DF).

O projeto Emprego Competitivo Apoiado inseriu, desde 2007, 26 portadores de DI no mercado de trabalho. Eles atuam na área de conservação dos volumes, por meio de higienização de livros e documentos. Os oito alunos na Câmara dos Deputados conseguem, por ano, limpar e conservar mais de 540 mil folhas. “Trabalhar me animou para estudar. Quero fazer faculdade e chamar os meus amigos para a formatura”, conta Michelle, que conseguiu viajar para o parque da Disney, nos Estados Unidos, com o próprio salário. “Eu ajudo meus familiares e pretendo levar meus pais para viajar em Manaus”, planeja a moradora de Sobradinho.

Outro caso de sucesso é o de Rafael Barbosa Viana, 36 anos. Ele sofreu um acidente e possui uma bala alojada na cabeça. Perdeu a visão do olho esquerdo e esqueceu-se de parte dos acontecimentos da maior parte de sua vida. No entanto, é ele quem paga o aluguel da casa e arca com as despesa de alimentação.

Para enfrentar o mercado de trabalho, os estudantes especiais passaram por treinamento na Biblioteca Central da Universidade de Brasília e também no Arquivo Público Nacional, comapoio de restauradores e conservadores profissionais durante mais de um ano. “Nunca pensei que fosse trabalharcomisso na minha vida.Nunca me passou pela cabeça que estaria na Câmara”, entusiasma-se Urbano Neiva de Aguiar, 39 anos.

Antes de trabalhar com higienização,Urbano foi repositor de uma loja de departamentos e assistente de escritório. É com a conservação que ele se identifica. Não se incomoda em trabalhar sentado durante todo o dia e sente-se orgulhosocomo título de profissional.Após realizar o curso, recebeu certificado daUnB de higienizador. “Isso quer dizer que posso trabalhar em qualquer outro lugar”, conclui.

O psicólogo Rodolfo Ambiel, mestre e doutorando em psicologia da Universidade São Francisco, em São Paulo, explica a evolução da inclusão de portadores de DI no mercado, que começou em oficinas: “Eram locais dentro das instituições. Lá, as pessoas com deficiência aprendiam um ofício, mas não é possível considerar aquilo, de fato, comoumtrabalho nem tampouco como inclusão, pois eles ainda estavam escondidos dentro das instituições. Era meio que brincar de trabalhar”.

Segundo ele, trabalhar em um ambiente competitivo ensina as pessoascom DI a respeitar em horário de trabalho, regras e a lidar com dinheiro.Rodolfo ressalta também que não existem trabalhos exclusivos para pessoas com essa deficiência.“ Eu não teria o menor talento para fazer o que eles fazem, pois requer paciência para ficar sentado durante longas horas. O trabalho que desenvolvem não é por causa de uma limitação, mas porque eles têm aptidão para isso”, esclarece.

Concentração A restauradora Lídia Miller, 57 anos, reconhece: “É preciso ter muita paciência para limpar página por página, além de delicadeza e concentração. A conservação de todo o acervo depende disso”. Lídia conta que, no início, a equipe ficou preocupada com a forma como deveriam lidar com os alunos: “Como tempo, percebemos que não há diferença. Hoje Em dia,nem lembramos que portam uma deficiência”.

O psicólogo ressalta que os pais não devem temer a inserção dos filhos especiais no mundo adulto. “Não é incomum que as crianças com DI se tornem adolescentes e adultos que não aprenderam a confiar na própria capacidade.Mas, quando começam a ganhar o próprio dinheiro e até a sustentar a família, eles percebem sua capacidade e sentem-se produtivos. Isso certamente tem repercussões emocionais muito importantes”, analisa.

O convênio da Apae (veja O que diz a lei) está firmado, hoje, com a Câmara dos Deputados, o Senado Federal, o Palácio do Itamaraty e o Supremo Tribunal Federal. No último ano, um novo acordo foi assinado com o Ministério da Educação.

O que diz a lei

Em 24 de julho de 1991, entrou em vigor no Brasil a Lei 8.213. Também conhecida como Lei de Cotas, obriga toda empresa a ter em seu quadro de funcionários 2% portadores de necessidades especiais quando atingir o número de 100 empregados; 3%, de 201 a 500; 4%, de 501 a 1.000; e, a partir daí, 5%. No caso de descumprimento, a empresa será multada em R$ 1.105,00 para cada funcionário não contratado.

 

07/12/2012

INCLUIR BRASIL 2012: emoção, presenças VIPs e programação seleta marcaram o evento


Foi um sucesso o Fórum Nacional de Inclusão e Responsabilidade Socioambiental – INCLUIR BRASIL 2012 que ocorreu em Brasília, no auditório da Embrapa, nos dias 28 e 29 de novembro. O evento, promovido pela APAE-DF e pelo Instituto Atenas de Pesquisa e Desenvolvimento, teve como tema central a “Inclusão das Pessoas com Deficiência”. Durante dois dias, especialistas e autoridades de diversas partes do país e de Portugal proferiram palestras e debateram os principais temas da agenda inclusiva, como Políticas Públicas, Educação, Trabalho, Gestão, Comunicação e Envelhecimento. 


Na prestigiada mesa de abertura, o destaque foi a presença das ministras Gleisi Hoffmann, da Casa Civil, e Maria do Rosário, dos Direitos Humanos. Também compuseram a mesa, entre outras autoridades, o presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Nelson Breve; o presidente da Embrapa, Maurício Antonio Lopes; a senadora Ana Rita (PT/ES), da Comissão dos Direitos Humanos do Senado e os anfitriões, Diva da Silva Marinho, presidente da APAE-DF, e Andrés Gianni, presidente do Instituto Atenas, coordenador-geral da iniciativa. 

Rebeca Nemer

Logo após a composição da mesa, a cantora Rebeca Nemer, de São Paulo, emocionou as autoridades e a plateia que lotava o auditório com a sua exclusiva apresentação musical/gestual do Hino Nacional Brasileiro em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais).

Homenagem

Diva Marinho, Gleisi Hoffman e Andrés Gianni 

Após o Hino e as palavras de boas-vindas das autoridades, as comissões científica, organizadora e executiva do evento homenagearam a ministra Gleisi Hoffman com o MÉRITO INCLUIR BRASIL 2012, pela ativa defesa dos direitos das pessoas com deficiência no país. A ministra tem articulado continuamente junto à Presidência da República em favor de causas relacionadas às pessoas com deficiência como, por exemplo, na defesa das escolas especiais e profissionalizantes, como as APAEs.

Antônio Ferreira, Daniel Seidel e Ana Rita 

A programação técnica do evento iniciou logo após os agradecimentos da ministra, com a formação da mesa-redonda “Legislação e Políticas Públicas: articulação para a inclusão da pessoa com deficiência” da qual participaram o secretário nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Antonio Ferreira; a senadora Ana Rita (PT/ES), da Comissão dos Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal); a deputada federal Érika Kokay (PT/DF), da Comissão dos Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados; e o secretário de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda do Governo do Distrito Federal, Daniel Seidel, este último moderador da mesa.

Erika Kokay


Ao longo dos dois dias, o evento teve uma extensa grade de palestras e mesas-redondas com grandes nomes dos Direitos Humanos e da Inclusão, como Moaci Carneiro (Núcleo de Estudos Avançados em Direitos Humanos, Educação e Cidadania de Brasília); Erenice Carvalho (Universidade Católica de Brasília); Nilva Schroeder (Pronatec/Setec/MEC); Marcos Antonio Gonçalves (Fenavape); Elizabete Costa-Renders (Universidade Metodista/SP); Amaralina Miranda de Souza (UnB); Romeu Sassaki (Consultor em inclusão/SP); Augusto Sousa (Associação de Emprego Apoiado/Portugal); Iêdes Braga (Apae-DF); Hilda Aloisi (Proincluir / Unicamp); Falk Soares (Universidade Católica de Brasília); Marli Pires Maciel (Apae-DF); Leila Castro (Serviço de Apoio ao Envelhecimento - Apae-SP); Eduardo Barbosa (Federação das Apaes de Minas Gerais /Deputado Federal); Wilma Chaves Kraemer (Apae-DF); Cecília Muraro Alecrim (Apae-DF) e Edgilson Tavares Araújo (UFRB).


Hilda Aloisi

Falk Soares

 Erenice Carvalho 

Edgilson Tavares 

Nilva Schroeder, Amaralina Miranda, Marcos Gonçalves e Elizabete Costa-Renders

Informação contra o preconceito

Juliana Oliveira

Na tarde de encerramento do Fórum, um dos destaques foi a mesa-redonda “Comunicação para Inclusão”. Moderada por Andrés Gianni, consultor em comunicação, a mesa reuniu os apresentadores Juliana Oliveira (Programa Especial – TV Brasil) e Dudu Braga (Programa Sentidos – TV Sentidos), que exibiram para a plateia vídeos sobre seus respectivos programas e debateram sobre o posicionamento da pessoa com deficiência na mídia. Juliana, tetraplégica, e Dudu, deficiente visual, sem deixar de apontar as barreiras que ainda existem para uma maior participação e inserção das pessoas com deficiência nos veículos de comunicação, mostraram que, com um trabalho de qualidade, criatividade, seriedade e, ao mesmo tempo, bom humor, é possível tanto pessoas com deficiência ocuparem espaços de protagonismo na mídia, como informar mais e melhor sobre a temática da deficiência. Em sua fala, o publicitário, produtor musical e músico Dudu Braga destacou que informação é o melhor remédio para acabar com o preconceito que ainda existe em relação às pessoas com deficiência.

Dudu Braga

Com o filho do rei Roberto Carlos no palco, não seria de se estranhar que o debate acabasse em música – uma das mais eficientes formas de comunicação. E foi assim que a mesa-redonda sobre Comunicação para a Inclusão terminou, com Dudu Braga puxando “Como é grande o meu amor por você”, um dos maiores sucessos da carreira de seu pai, em coro, com a plateia. Um momento mágico.

Leonardo Boff

Encerrando o evento, o teósofo e escritor Leonardo Boff proferiu a palestra “O Cuidado Essencial: Ética e Premissas da Inclusão”, na qual abordou tópicos como direitos humanos e sustentabilidade sob a ótica do “cuidado”. Imerso em suas histórias, reflexões e longa experiência, Boff, de 73 anos, saiu emocionado do palco. A plateia saiu do auditório feliz pelos momentos de troca e aprendizado vividos no evento. 

Fonte: Assessoria de Comunicação – INCLUIR BRASIL 2012

05/12/2012

Aprendizes da APAE conquistam mais 5 medalhas no Circuito Nacional de Atletismo


Atletas da APAE/DF participaram da terceira e última Etapa Nacional do Circuito Loterias CAIXA Brasil de Atletismo, Halterofilismo e Natação 2012. A competição ocorreu em Fortaleza (CE) entre 30 de novembro e 2 de dezembro. Nossos aprendizes forma acompanhados da treinadora e professora Andrea Raulino e Dione Favero. 


A atleta Adriele de Moaes conquistou três medalhas de ouro, no salto em distância com a marca de 4,74m, nos 200m rasos com a marca de 28.76s e nos 400m rasos com a marca de 1:05.10min. 


O atleta Hiago Moreira dos Santos conquistou a medalha de ouro no salto em distância com a marca de 6,05m. 


O atleta José Marcileno Ferreira foi o vice-campeão na prova dos 400m rasos com a marca de 1:16.33min. 

Participaram da competição mais de 900 atletas de 22 estados. O ranking do ano foi fechado e as marcas obtidas serão utilizadas pelo CPB para a convocação para os Mundiais de Atletismo e Natação em 2013.