Mostrando postagens com marcador Brasil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Brasil. Mostrar todas as postagens

16/07/2014

Conheça o tema da Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla de 2014!



A Federação Nacional das Apaes (Fenapaes) divulgou o tema da Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla de 2014. “Construindo uma história de igualdade de oportunidades para todos! Apae Brasil: 60 anos fazendo inclusão! foi a proposta escolhida por ser uma afirmação que orienta a reflexão sobre a rede apaeana e sua trajetória em prol das pessoas com deficiência intelectual e múltipla. A história do movimento começa em 11 de dezembro de 1954, fruto da iniciativa de pais e profissionais que se mobilizaram para revindicar às pessoas com deficiência, cidadania plena. No Distrito Federal, o movimento chegou em 1964, somando 50 anos de atuação. 


Trata-se de uma luta que vem sendo travada nos diversos contextos político-sociais, com o reconhecimento de maior rede comunitária mobilizada em prol da defesa de direitos das pessoas com deficiência. São 2.100 municípios brasileiros com a presença da Apae, nos quais são efetivadas ações de acesso à saúde, educação, trabalho e assistência social.

A Fenapaes orienta que de 21 a 28 de agosto, as filiadas utilizem a Semana para realizar ações que promovam o debate das questões apaeanas, tais como a defesa de direitos das pessoas com deficiência intelectual e múltipla, bem como a conquista de novos espaços de inclusão. O ideal é movimentar governos, sociedade e imprensa para a importância das causas defendidas pelas Apaes.


            

13/06/2014

Ministério Público inicia campanha "Interdição parcial é mais legal!


O Ministério Público iniciou a campanha “Interdição parcial é mais legal” que objetiva levar informações para a sociedade sobre as leis, as práticas e os costumes que devem ser modificados diante da Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência. Essa Convenção preserva a capacidade civil da pessoa com deficiência e só admite exceções quando estritamente necessárias. No momento, é importante alterar as antigas práticas de interdição. Para orientar a todos sobre o tema, o Conselho Nacional do Ministério Público produziu essa cartilha com perguntas e respostas sobre a interdição conforme a lei. 

Clique no link e confira!

http://www.cnmp.mp.br/portal/images/Interdi%C3%A7%C3%A3o_Parcial_11.06_WEB.pdf

26/05/2014

História das APAEs será tema de seminário na Câmara dos Deputados


Nesta terça-feira, dia 27 de maio, às 9h30, a Câmara dos Deputados promove o Seminário “ 60 anos das Apaes”, que tem como principal objetivo debater a história e a importância do movimento no Brasil. A presidente da APAE-DF, Sra. Wilma Chaves Kraemer, irá representar a Federação Nacional. Já a coordenadora de Saúde da Associação, Cecília Muraro Alecrim, representará a entidade do DF. A organização do evento é do gabinete do deputado Dr. Ubiali, do PSB de São Paulo. O Seminário acontece no auditório Freitas Nobre, no Anexo IV da Câmara.


25/04/2014

Atleta da APAE-DF conquista mais uma medalha!!


O atleta Hiago Moreira dos Santos Silva venceu a prova dos 100m rasos da categoria T20 no Athletics Open Championship Loterias Caixa. O evento foi realizado nesta quinta-feira (24), em São Paulo. Hiago, que é aprendiz da APAE/DF e beneficiário do projeto de atletismo da entidade, fez o tempo de 11.67. Ele foi acompanhado pela professora e treinadora Andrea Raulino.

Parabéns por mais essa vitória, Hiago!





14/04/2014

Aposentadoria especial ao segurado com deficiência: saiba quem pode requerer

Os segurados da Previdência Social com deficiência física, intelectual ou sensorial têm condições diferenciadas para a concessão de aposentadoria por idade e por tempo de contribuição.
Para a aposentadoria por idade, a pessoa deve ter no mínimo 60 anos, se homem, e 55 anos, se mulher. Além disso, deve ser segurado do Regime Geral da Previdência Social (RGPS), comprovar 180 meses de contribuição para a Previdência Social na condição de pessoa com deficiência.
Na aposentadoria por tempo de contribuição, a pessoa também deve ser segurada do RGPS, comprovar no mínimo 180 meses de contribuição para a Previdência Social. Esse benefício é destinado aos segurados com deficiência há, pelo menos, dois anos e leva em conta o grau de deficiência do segurado.
O segurado com deficiência grave poderá requerer aposentadoria com 25 anos de tempo de contribuição, se homem, e 20 anos, se mulher. No caso de segurado com deficiência moderada, o requerimento do benefício ocorre aos 29 anos de tempo de contribuição, se homem, e 24 anos, se mulher. E, para o segurado com deficiência leve, é possível solicitar a aposentadoria aos 33 anos de contribuição, se homem, e 28 anos, se mulher.
Avaliação - A avaliação do grau de deficiência será realizada pela perícia do INSS, composta pela pericia médica previdenciária e pela assistência social. Ambos irão avaliar os fatores limitadores da capacidade laboral da pessoa, levando em consideração o meio social em que ela está inserida e não somente a deficiência em si, remetendo à Classificação Internacional de Funcionalidades (CIF) e não à Classificação Internacional de Doenças (CID).
Atendimento - Para requerer o benefício, o segurado deve agendar o atendimento para a aposentadoria especial à pessoa com deficiência, por meio do número 135, ou pelo site da Previdência Social. Na data do atendimento, o segurado será atendido pelo servidor que irá avaliar se há as contribuições mínimas e os demais critérios administrativos. Após o atendimento administrativo será marcada a perícia médica e posteriormente a assistente social.
Para esclarecer sobre quem tem direito ao benefício, como serão realizadas as avaliações social e médica do INSS e como fazer o requerimento, preparamos um conjunto de perguntas e respostas.
1 – O que a pessoa precisa ter para pedir a aposentadoria à pessoa com deficiência?
Ela deve ser avaliada pelo INSS para fins da comprovação da deficiência e do grau.
Na aposentadoria por idade os critérios para ter direito ao benefício são:
- Ser segurado do Regime Geral da Previdência Social – RGPS;
- Ter deficiência na data do agendamento/requerimento, a partir de 4 de dezembro de 2013;
- Ter idade mínima de 60 anos, se homem, e 55 anos, se mulher;
- Comprovar carência de 180 meses de contribuição;
- Comprovar 15 anos de tempo de contribuição na condição de pessoa com deficiência.
O segurado especial não terá redução da idade em cinco anos, pois já se aposenta aos 55 anos de idade, se mulher, e 60 anos de idade, se homem.
Na aposentadoria por tempo de contribuição os critérios para ter o direito ao benefício são:
- Ser segurado do Regime Geral da Previdência Social – RGPS;
- Ter deficiência há pelo menos dois anos na data do pedido de agendamento;
- Comprovar carência mínima de 180 meses de contribuição;
- Comprovar o tempo mínimo de contribuição, conforme o grau de deficiência, de:
• Deficiência leve: 33 anos de tempo de contribuição, se homem, e 28 anos, se mulher;
• Deficiência moderada: 29 anos de tempo de contribuição, se homem, e 24 anos, se mulher;
• Deficiência grave: 25 anos de tempo de contribuição, se homem, e 20 anos, se mulher, no caso de segurado com deficiência grave.
Os demais períodos de tempo de contribuição, como não deficiente, se houver, serão convertidos proporcionalmente.
O segurado especial tem direito à aposentadoria por tempo de contribuição, desde que contribua facultativamente.
2 – Quais são as etapas para aposentadoria?
São quatro etapas:
1ª etapa – O segurado faz o agendamento do atendimento pela Central 135 ou no site da Previdência Social (www.previdencia.gov.br);
2 ª etapa – O segurado é atendido pelo servidor na Agência da Previdência Social para verificação da documentação e procedimentos administrativos;
3ª etapa – O segurado é avaliado pela perícia médica, que vai considerar os aspectos funcionais físicos da deficiência e a interação com as atividades que o segurado desempenha;
4ª etapa – O segurado passa pela avaliação social, que vai considerar as atividades desempenhadas pela pessoa no ambiente do trabalho, casa e social;
A avaliação do perito médico e do assistente social certificará a existência, ou não, da deficiência e o grau (leve, moderada ou grave).
3 – Quais são os canais de atendimento para a solicitação da aposentadoria?
O segurado deve agendar o atendimento na Central telefônica da Previdência Social, no número 135, e no Portal da Previdência Social, no endereço www.previdencia.gov.br, e comparecer na data e hora marcados na Agência da Previdência Social escolhida.
Na Central 135, as ligações são gratuitas de telefones fixos e o segurado pode ligar de segunda a sábado, das 7h às 22h, horário de Brasília.
No site da Previdência Social, basta acessar o link ‘Agendamento de Atendimento’ e seguir as informações.
4 – Como é classificada a deficiência?
Para classificar a deficiência do segurado com grau leve, moderado ou grave, será realizada a avaliação pericial médica e social, a qual esclarece que o fator limitador é o meio em que a pessoa está inserida e não a deficiência em si, remetendo à Classificação Internacional de Funcionalidades (CIF).
O segurado será avaliado pela perícia médica, que vai considerar os aspectos funcionais físicos da deficiência, como os impedimentos nas funções e nas estruturas do corpo e as atividades que o segurado desempenha. Já na avaliação social, serão consideradas as atividades desempenhadas pela pessoa no ambiente do trabalho, casa e social. Ambas as avaliações, médica e social, irão considerar a limitação do desempenho de atividades e a restrição de participação do indivíduo no seu dia a dia.
Por exemplo, um trabalhador cadeirante que tem carro adaptado e não precisa de transporte para chegar ao trabalho pode ter a gradação de deficiência considerada moderada, enquanto um trabalhador também cadeirante com necessidade de se locomover para o trabalho por meio de transporte público pode ter a gradação de deficiência considerada grave.
5 – Como será avaliado o grau da deficiência?
Para avaliar o grau de deficiência, o Ministério da Previdência Social e o Instituto do Seguro Social – INSS, com participação das entidades de pessoas com deficiência, adequaram um instrumento para ser aplicado nas avaliações da deficiência dos segurados.
Esse instrumento, em forma de questionário, levará em consideração o tipo de deficiência e como ela se aplica nas funcionalidades do trabalho desenvolvido pela pessoa, considerando também o aspecto social e pessoal.
6 – Como será realizada a comprovação das barreiras externas (fatores ambientais, sociais)?
A avaliação das barreiras externas será feita pelo perito médico e pelo assistente social do INSS, por meio de entrevista com o segurado e, se for necessário, com as pessoas que convivem com ele. Se ainda restarem dúvidas, poderão ser realizadas visitas ao local de trabalho e/ou residência do avaliado, bem como a solicitação de informações médicas e sociais (laudos médicos, exames, atestados, laudos do Centro de Referência de Assistência Social – CRAS, entre outros).
7 – Qual a diferença de doença e funcionalidade?
A doença é um estado patológico do organismo. Ocorre quando há alteração de uma estrutura ou função do corpo. Ela nem sempre leva à incapacidade. Por exemplo, uma pessoa que tem diabetes precisa de tratamento, mas isso pode não torná-la incapaz para determinado tipo de trabalho.
Já a funcionalidade pode ser compreendida como a relação entre as estruturas e funções do corpo com as barreiras ambientais que poderão levar a restrição de participação da pessoa na sociedade. Ou seja, como a deficiência faz com que o segurado interaja no trabalho, em casa, na sociedade.
8 – Pessoas com doenças ocupacionais se enquadram como deficientes? Por exemplo, casos como perda de função de um braço, ou de uma mão.
O que a perícia médica e social leva em consideração são as atividades e as barreiras que interferem no dia a dia e os fatores funcionais, ou seja, o contexto de vida e trabalho. Não basta a patologia ou a perda de função, a análise é particular, de caso a caso, levando-se em consideração a funcionalidade.
9 – Deste grupo, quantas estão aptas a se aposentar?
A concessão da aposentadoria por idade e da aposentadoria por contribuição para a pessoa com deficiência é inédita. Por isso não sabemos a quantidade de pessoas que podem ter esse direito reconhecido.
10 – Com a entrada em vigor da lei, o sistema do INSS está apto a receber as demandas?
Cabe ressaltar que o direito do segurado, caso seja concedido o benefício, passa a contar a partir do dia em que ele efetivamente agendou o atendimento.
Por necessidade de adequação dos sistemas e das agendas dos serviços já prestados pelo INSS:
- O atendimento terá início a partir do dia 3 de fevereiro de 2014. Mas, o agendamento teve início no dia em que a lei entrou em vigor após a publicação do decreto, em 4 de dezembro de 2013.
11 – Entre a data do agendamento do atendimento e a data da conclusão do processo pelo INSS, o segurado precisará continuar trabalhando?
O direito do segurado, se efetivamente preencher os requisitos da Lei, conta a partir do dia em que ele agendou o atendimento. Assim, o pagamento também retroagirá a essa data.
A decisão de continuar trabalhando, após o agendamento, cabe exclusivamente ao segurado, tendo em vista que o INSS, não terá meios de confirmar se os requisitos estarão preenchidos, antes do atendimento, onde será realizada a análise administrativa dos documentos e as avaliações médico pericial e social.
12 – Se o segurado continuar trabalhando terá que pagar o Imposto de Renda?
Os segurados terão que recolher normalmente, de acordo com a legislação tributária em vigor.
13 – Qual a vantagem para os trabalhadores com deficiência com a nova lei?
As pessoas com deficiência terão a redução da idade de cinco anos, no caso da aposentadoria por idade. Já na aposentadoria tempo de contribuição, a vantagem é a redução do tempo de contribuição em dois anos, seis anos ou 10 anos, conforme o grau de deficiência.
14 – As pessoas já aposentadas antes da Lei Complementar 142/2013 entrar em vigor podem pedir a revisão do seu benefício?
A Lei Complementar 142/2013 só se aplica aos benefícios requeridos e com direito a partir do dia 4 de dezembro de 2013. Benefícios com datas anteriores à vigência da Lei Complementar 142/2013, não se enquadram nesse direito e nem têm direito à revisão.
15 – Como o segurado poderá calcular o tempo contribuição para a Previdência Social?
Basta acessar o link ‘Simulação de Contagem de Tempo de Contribuição Previdenciária’ (http://agencia.previdencia.gov.br/e-aps/servico/140).

28/03/2014

OURO: aprendiz Adriele é a primeira medalhista do Brasil nos Jogos Para-Sulamericanos do Chile



Publicado pelo CPB 

 No primeiro dia de competição do atletismo nos Jogos Para-Sulamericanos, em Santiago, Chile, os brasileiros conquistaram oito medalhas. Nesta quinta-feira, 27, o hino nacional do Brasil foi executado quatro vezes no Estádio Nacional. Além dos quatro ouros, atletas brasileiros ainda conquistaram mais duas pratas e dois bronzes. 

Adriele de Moares, 22, foi a primeira medalhista do dia de abertura. Competindo no salto em distância, classe T20 (deficiência intelectual), ela fez a marca de 4,80m para garantir o ouro. “Eu não esperava vencer. Vim para brigar pelo segundo lugar, mas as coisas deram certo e estou feliz e surpresa por esta conquista”, comemorou. 


No atletismo desde os 13 anos de idade, Adriele de Moraes começou a praticar o esporte para auxiliar no aprendizado escolar, e hoje planeja uma carreira vitoriosa. “Tenho que melhorar a minha técnica para aumentar a minha marca. Esse ouro me deu confiança e ainda neste ano vou saltar acima dos cinco metros”, disse a brasiliense.

Os outros três ouros do atletismo saíram com Diogo da Silva, 100m classe T12. Ele fez o tempo de 12s09 na final; Davi de Souza, 100m T13; e com Alice Corrêa, 100m T12, que na união das classes funcionais dividiu o pódio com as compatriotas Lorena Spoladore e Thalita da Silva, segunda e terceira colocadas, respectivamente.

Por fim, as outras duas medalhas do dia saíram das provas de campo. Raissa Rocha, F54, ficou com o bronze no lançamento de dardo (14,53m), e João Victor Silva ganhou a prata no lançamento de disco ao lançar 38m10. 

Halterofilismo 

O Brasil voltou a medalhar no halterofilismo. Depois de duas medalhas na quarta-feira, 26, Bruno Silva conseguiu o terceiro lugar na classe até 59kg. Ele levantou 102kg na barra e foi superado pelo colombiano Javier Enrique (110kg) e pelo chileno Juan Carlos (177kg).

Basquete em cadeira de rodas 

A seleção brasileira de basquete em cadeira de rodas segue com 100% de aproveitamento nos Jogos Para-Sulamericanos. Nesta quinta-feira, 27, a equipe venceu o Chile por 86 x 20. O último jogo da fase de classificação será sexta-feira, 28, contra a Venezuela, às 16h30. O torneio da modalidade é classificatório para Jogos Parapan-Americanos de Toronto-2015. 

Informações da Assessoria de Imprensa do Comitê Paralímpico Brasileiro 

27/02/2014

Exemplos de superação: a down mais idosa do Brasil e a down mais longeva da APAE-DF


Com 77 anos de idade, Olga Gums é a brasileira com síndrome de Down mais idosa do país. O recorde foi divulgado nesta quarta-feira (26) pela RankBrasil, que registra recordes brasileiros há mais de 14 anos. Ela superou Maria de Nazaré, reconhecida em 2010, aos 67 anos. 

Nascida no dia 27 de maio de 1936, em Santa Maria de Jetibá, na região serrana do Espírito Santo, Olga Gums mora atualmente em um sítio no distrito de Aparecidinha, no município de Santa Tereza, na mesma região, e leva uma vida saudável e alegre, segundo sua sobrinha-neta Pollyana Hoffmamm Gums, filha de um dos sobrinhos de Olga. 

Com dez anos a mais do que a antiga recordista, o segredo da vitalidade de Olga Gums, segundo a sobrinha, é a boa alimentação e a vida tranquila que leva. Durante o dia, Olga toca gaita, passa boa parte do tempo em sua cadeira de balanço localizada na varanda da casa, reza e recebe visitas. "Ela adora abraçar e beijar, é muito alegre. Quem a visita não deixa de trazer um pão doce da padaria, ela adora!", conta.

Caçula entre 11 irmãos, Olga irá comemorar 78 anos em maio deste ano e deverá viver muitos mais, garantem os familiares. Até 1990, a expectativa de vida das pessoas com Síndrome de Down  era de 50 anos. Hoje, pelo visto, esse número já foi superado. 

Mais informações sobre a recordista, veja a continuação da matéria na UOL


Longevidade também no Distrito Federal 



Aqui na Apae-DF também encontramos uma história de superação. Não temos certeza se é pessoa com síndrome de down mais idosa no Distrito Federal, mas com certeza também merece ser admirada por sua longevidade, carisma e animação. Maria Marinho Soares - mais conhecida como Marrie - nasceu em 29 de maio de 1947 e completa, portanto, 67 anos em 2014. Ela nasceu na cidade de Itu, no Ceará, e passou a ser atendida pela APAE-DF há menos de um ano, desde setembro de 2013.

Marrie integra o Programa de Atendimento Sócio-ocupacional da entidade, que procura desenvolver toda autonomia possível para pessoas que tenham deficiência intelectual e estejam em processo de envelhecimento ou pessoas que, mesmo mais novas, tenham maiores comprometimentos associados e não apresentem perfil para o mercado competitivo de trabalho. 

A proposta é fazer com que essas pessoas continuem ativas no seu dia a dia, desenvolvendo todas as atividades tenham condições de realizar, reduzindo qualquer dependência desnecessária de terceiros. Ações como continuar cuidando de sua higiene pessoal e beleza, saber preparar pequenos lanches ou servir o próprio prato, saber usar o computador ou ajudar na organização do lar ou do quarto estão entre entre os objetivos do programa. Quando se sentem mais úteis e participantes, a tendencia é que as pessoas com deficiência também se sintam mais felizes.

Moradora da Asa Sul, Marrie frequenta a unidade da APAE-DF na Asa Norte, onde participa de oficinas de artesanato, copa e cozinha, salão de beleza, laboratório de informática, além das atividades complementares de arte, terapias ocupacionais e educação física. Nas festas promovidas pelo Programa, Marrie sempre se diverte e dança bastante, reafirmando sua jovialidade cultivada em quase sete décadas.


05/02/2014

Brasília recebe Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência


Publicado pelo CCBB 

O Assim Vivemos - Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência - chega à sua 6ª edição comemorando 10 anos. Esse ano bateu recorde de inscrições de obras brasileiras, sinal da notoriedade do evento no cenário audiovisual e do aumento na qualidade das produções nacionais. 

O Festival foi o pioneiro na acessibilidade em produtos cultuais e de ter introduzido no Brasil a Audiodescrição, recurso para pessoas com deficiência visual. Os filmes estão em exibição no CCBB Brasília, de 05 a 16 de fevereiro. 

Confira a programação: Clique AQUI

05/12/2013

Brasília sedia o 1º Congresso Internacional Sobre Saúde da Pessoa com Deficiência e Grupos Especiais

CISPoD – Congresso Internacional Sobre Saúde da Pessoa com Deficiência e Grupos Especiais nasceu a partir da proposta de um grupo de Cirurgiões Dentistas que integravam comissão que discutia sobre o atendimento odontológico da pessoa com deficiência no Distrito Federal. Esse grupo de Dentistas propôs a realização simultânea, em Brasília, de dois dos maiores eventos da Odontologia, voltados ao atendimento a pacientes com necessidades especiais, o 11° Congresso da ABOPE - Associação Brasileira de Odontologia para Pacientes Especiais e a 25ª JOPE - Jornada Odontológica para Pacientes Especiais.
Durante as reuniões do grupo para discussão do tema do congresso foi observado que Brasília não era só carente no atendimento odontológico da pessoa com deficiência, como também na atenção da saúde como um todo deste grupo da população. Foi, então, proposto que se integrasse ao evento outras áreas da saúde,que desenvolvem atividades de sucesso no atendimento aos pacientes com necessidades especiais, culminando na proposta do 1° CISPOD.

O 1º CISPOD é um evento sem fins lucrativos, promovido em parceria com instituições públicas e da sociedade civil organizada, que propõe a promoção da transdisciplinaridade entre os profissionais de saúde e o aprimoramento técnico no atendimento de pessoas com deficiência. O Congresso pretende discutir de forma significativa sobre a proposta de um atendimento em saúde melhor e integral à pessoa com deficiência.
O público alvo do Congresso é composto por profissionais das áreas da saúde, sendo da Medicina, Odontologia, Nutrição, Farmácia, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Psicologia, Educação Física e Enfermagem, além da participação efetiva de entidades de assistência, pessoas com deficiência, seus familiares e do público em geral.
O Congresso será realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, no período de 6 a 8 de dezembro de 2013, contemplando em sua programação o que segue:
  • Programação de cunho científico com cursos e palestras técnicas para profissionais da saúde e outros interessados;
  • Exposição de stands com a participação de instituições e empresas que atuam no segmento de cuidados e atenção em saúde, serviços ou produtos voltados às pessoas com deficiência;
  • Programação cultural com exibição de filmes, desfile e apresentação teatral, tendo abordagens relativas ao Congresso.
  • Oficinas de trabalhos desenvolvidos para pessoas com deficiência.
O Congresso é desenvolvido por um Comitê Organizador que envolve o grupo de Cirurgiões Dentistas citado, a Associação DF Down, os Conselhos Regionais de Medicina, Odontologia, Nutrição, Psicologia, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Farmácia e Educação Física.
O evento foi formatado com duas programações: Científica e Social
1) Programação científica: Participação pela inscrição com pagamento de taxa 
De interesse dos profissionais que atuam no atendimento às pessoas com deficiência e outras pessoas que desejarem se inscrever nessa modalidade.
Para participação na programação científica, que acontecerá nas manhãs dos dias 06, 07 e 08 de dezembro, é necessário fazer inscrição pelo site do evento, no link de inscrições. A credencial de inscrição será exigida nessa área do evento.
2) Programação Social: Participação pela inscrição de forma gratuita
Participação aberta ao público em geral, gratuitamente, na área de exposição de stands, programação cultural, oficinas, palestras e outras atividades abertas ao público. Ou seja, toda a programação técnica e cultural do Congresso que acontecerá na parte da tarde dos dias 06 e 07 de dezembro, incluindo a programação do auditório Planalto. Dessa forma, profissionais participantes e sociedade civil poderão interagir em um mesmo ambiente.
Mais informações no site do evento: www.cispod.com.br 


25/11/2013

APAE-DF no IX Festival Nacional Nossa Arte



Entre os dias 14 e 18 de novembro, a cidade de São Luís (MA) recebeu 21 delegações de aprendizes e profissionais das APAEs de todo o país para o IX Festival Nacional Nossa Arte. O evento, realizado a cada três anos, teve sua atual edição organizada pela Federação Nacional das APAEs, pela Federação Estadual das APAEs do Maranhão e pela APAE de São Luís. Desde sua primeira edição, a proposta do Festival sempre foi promover e incentivar a produção artística e cultural das pessoas com deficiência das diversas regiões brasileiras, a partir do trabalho desenvolvido pelo Movimento Apaeano. 


 A APAE-DF encaminhou uma delegação composta por 27 pessoas, sendo 17 aprendizes e 10 professores e acompanhantes. A participação do grupo contou com dois importantes apoiadores: O Fundo de Apoio à Cultura do DF (FAC) viabilizou as passagens aéreas e as hospedagens de toda a delegação e a Caixa Seguros financiou as despesas com a produção dos números artísticos e gastos com a permanência do grupo na cidade. A APAE-DF também contou com algumas contribuições de pais e amigos, que garantiram o pagamento das despesas extras necessárias.


O Festival, realizado no Centro de Convenções Pedro Neiva de Santana, teve sua abertura com um desfile das 21 delegações, acompanhadas por um público de aproximadamente 1600 pessoas. A programação se seguiu por três dias, com apresentações artísticas dividas por gênero: danças folclóricas (apresentadas no dia 15), artes cênicas e artes musicais (dia 16) e dança em geral (dia 17). Durante os três dias, exposições com os trabalhos de artes visuais ficaram abertas ao público. 


 A APAE-DF, por meio do trabalho da aprendiz Devane do Carmo Nascimento, conquistou o terceiro lugar no Concurso Nacional de Cartazes. A aluna recebeu seu troféu no último dia do Festival, juntamente com todos os outros premiados.



No gênero artes musicais, a APAE/DF contou com uma apresentação da banda “Baião de 2”, formada por aprendizes do seu programa de Atendimento Sócio-ocupacional.








No gênero artes cênicas, a Associação levou o espetáculo “A Pena e a Lei”, uma encenação teatral baseada na obra de Ariano Suassuna. Veja o vídeo:










Para aproveitar a estadia na cidade, nosso grupo também tirou um tempinho para conhecer o Centro Histórico de São Luis, além da praia e uma boa comida num restaurante típico da cidade.








O IX Festival Nacional Nossa Arte reforçou a verdadeira inclusão de pessoas com deficiência por meio das artes, promovendo interações não somente entre as próprias pessoas com deficiência, mas também delas com a comunidade local, familiares e profissionais que trocaram boas experiências durante os dias do evento.






20/11/2013

APAE no debate da TV Brasil sobre os rumos da Educação Inclusiva e a Meta 4 do Plano Nacional de Educação

Nossa coordenadora Cecília Alecrim participou de um debate na TV Brasil que discutiu a Meta 04 e os rumos da Educação Inclusiva no Plano Nacional de Educação. Confira o vídeo:

 


05/11/2013

APAE participa de Audiência Pública sobre o Plano Nacional de Educação


Representantes da APAE do Distrito Federal e de outras APAEs participaram nesta terça-feira (05/11) de uma audiência pública realizada no Senado Federal. A Comissão de Educação, Cultura e Esporte se reuniu para discutir a permanência das escolas especiais como alternativa de atendimento às pessoas com deficiência no Plano Nacional de Educação (PNE), conforme previsto na sua atual Meta 4, que corre o risco de ser modificada. Profissionais e aprendizes da Associação compareceram porque defendem uma inclusão escolar consciente, que considere todas as especificidades das pessoas com deficiência, sem a obrigatoriedade de um espaço único de formação, mas com alternativas compatíveis com as diferentes necessidades deste público.